A palavra Deus, para mim, é nada mais que a expressão e produto da fraqueza humana; a Bíblia, uma coleção de lendas honradas, mas ainda assim primitivas, que são bastante infantis.

— Albert Einstein
Mostrando postagens com marcador Piramides. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Piramides. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 25 de maio de 2011

UFOs estariam esgotando a 'paciência militar'

Robert M. Stanley: 'Estamos lidando com ETs metamorfos' Kennedy teria alegado encobrimento da CIA em inquérito sobre UFOs Erich von Däniken: 'Se os deuses falaram, passaram informações'

"A nave não identificada parecia absorver a munição lançada, depois de uma estranha ondulação em sua superfície, como quando alguém joga pedras numa fonte de água parada." (Tenente Oscar Santa María Huerta, piloto peruano)

Eles constrangem e perturbam as Forças Armadas de todo o mundo, em especial a Aeronáutica, obrigando-as a desmentir ocorrências sobre estranhos objetos voadores que se acercam, de repente, às aeronaves civis ou militares em vôo, envolvendo comprometimento na segurança do espaço aéreo das nações.

Colocam em perigo a vida de tripulantes e passageiros, alteram os instrumentos de navegação e das torres de controle. Afetam o funcionamento de automóveis, televisores e aparelhos diversos próximos, a saúde das testemunhas e até o fornecimento elétrico cada vez que aparecem repentinamente, ainda que tais efeitos não sejam tão freqüentes, deixando em dúvida quem os vê, sobre se é um fenômeno real ou não.

Após décadas de silenciamento, os militares vêm começando a desclassificar paulatinamente alguns dos relatórios mais sérios que guardavam sobre o tema há décadas. À isso, obedeceu apoio indireto ao livro do capitão do Exército do Chile, Rodrigo Bravo, cujo livro Ufologia Aeronáutica: Um Novo Conceito no Estudo dos UFOs [Mago Editores, 2010] foi apresentado - com o mesmo devidamente uniformizado - na recente Feira Internacional do Livro de Santiago.

O capitão Bravo [Que também é consultor da Revista UFO] foi acompanhado bem de perto durante o lançamento da obra por seu comandante geral e três coronéis, todos eles de uniforme, o que não é casual. A Brigada de Aviação do Exército apresentou sete relatórios oficiais nos últimos anos, onde se reportam contatos próximos com UFOs, ainda que prefiram chamá-los de Fenômenos Aéreos Anômalos (FANIs). 

Bravo e o antropólogo Juan Castillo, co-autor do livro, selecionaram 23 casos, 11 do Chile e 12 do exterior (EUA, Europa, Ásia e América Latina), em que é indubitável a ocorrência de fenômenos aéreos anômalos. Estão certificados unicamente por pilotos, controladores de vôo e radaristas, excluindo "ufólogos" aficcionados, crianças ou transeuntes. Também não se pronunciam os autores sobre o provável ponto de origem - extraterrestre ou não - dos UFOs, conclusão controversa e excluída deliberadamente da obra.

A Força Aérea do Chile (FACH), que também apóia diretamente este tipo de investigações, conseguiu ressonância mundial ao organizar no ano de 2000 o primeiro Workshop Internacional sobre Ufologia, no seio da Feira Internacional do Ar e do Espaço (FIDAE) celebrada nesse ano.

Mas o grande animador da desclassificação dos estudos mais relevantes a respeito do assunto no país é o Comitê de Estudos de Fenômenos Aéreos Anômalos (CEFAA), criado em 1997, a cargo da Direção Geral de Aeronáutica.

Os organismos oficiais de dezenas de outros países também iniciaram efetivamente a publicação de depoimentos certificados sobre UFOs [Veja ediçõs UFO 155, 156, 158, 160, 164, 166, 168, 170, 172, entre outras], com honroso destaque para a América do Sul. Os EUA são os principais mantenedores do secretismo ao redor do tema, com o pretexto de evitar possíveis fenômenos sociais incontroláveis ao se admitir publicamente os fatos.

No último 22 de dezembro, as autoridades militares da Nova Zelândia publicaram seus arquivos secretos sobre UFOs relativos ao período de 1954 a 2009 - mais de 2.000 páginas, com fotos e mapas -, no entanto misturaram casos relevantes com os "lights" para mitigar o impacto dos segredos revelados. Se informou ainda que alguns deles não serão divulgados até o ano de 2080.

Casos emblemáticos relatados em Ufologia Aeronáutica

Um dos casos mais dramáticos na obra de Bravo e Castillo é o ocorrido no aeroporto El Tepual, de Puerto Montt, em 01 de junho de 1988, quando um avião de passageiros, Boeing 737 da Lan Chile procedente de Santiago e Temuco, ao tratar de aterrissar, foi "obstaculizado" por um UFO, que se dirigiu em linha reta sobre a aeronave, com claras intenções de colisão e só a habilidade dos pilotos - que conseguiram levantar vôo quando estavam para tocar a terra na pista número dois -, salvou a vida de mais de uma centena de pessoas que vinham a bordo.  

Um segredo guardado por 20 anos

Local:
Aeroporto Chacalluta, Arica, Chile
Data: 02 dezembro de 1988 (fato público só em 2008)
Hora: 10h50 às 16h00 hora local
Testemunhas:
Controlador da torre de controle mais quatro pilotos de diferentes aviões
Tipo de aeronave: T-41 (Exército), CGH, CGI (C-337), F-5E (FACH)
Duração: Cinco horas e 10 minutos
Detecção radar: Sim
Fonte: CEFAA, Direção da Aeronáutica, Chile

Versão oficial: Avião Cessna do exército, que se encontrava realizando manobras com pessoal do SAG no setor do Vale de Azapa, interior de Arica, recebe chamada de torre de controle do Aeroporto Chacalluta, informando observação de um objeto de cor cinza que se deslocava muito lentamente, a grande altitude, vertical à cidade de Arica.

Propósito da chamada: Verificação desde o ar do observado em terra. À inspeção aérea somam-se depois duas aeronaves de prospecção pesqueira operando na zona e um avião de combate da FACH, os quais, após uma hora de diversas manobras de ascensão, descrevem que o objeto se encontrava aproximadamente a uma altura de 80.000 pés (25.900 m).

Quando o controlador de vôo consulta o piloto do avião F5-E da FACH, que tinha decolado de Iquique e ascendeu até seu teto operacional de 15.554 m, sobre o tamanho estimado do objeto, este responde que o calcula como "o equivalente a oito estádios nacionais juntos", isto é, de um diâmetro entre 5.000 e 6.000 m.

O objeto tinha forma triangular e era muito brilhante. Deslocava-se lentamente para o Sul e depois para o Norte - foi detectado à altura da Quebrada de Camarones e também do radar primário de Antofagasta - e regressou em seguida à vertical de Arica, onde permaneceu estacionário até as 16h00, quando desapareceu em um segundo.

Engolidor de foguetes

Local: Base Aérea La Joya, Arequipa, Perú
Data: 11 de abril de 1980
Hora: 07h15 hora local
Testemunhas: Pilotos, torre de controle e pessoal militar.
Tipo de aeronave: Sukoi 22
Duração: 25 minutos
Detecção radar: Sim
Fonte: CFI (Coalition for Freedom of Information), Conferência de Washington, 12 de novembro 2007

Às 07h15 da manhã encontrava-se em formação em uma das pistas a totalidade do pessoal militar (1.800 homens), quando se observou um estranho objeto a cinco quilômetros de distância, que se encontrava estacionário a uns 2.000 pés de altitude (600 m). O UFO parecia um balão e a torre de controle reportou de imediato ao Comando de Operações, já que emitia uma luminosidade excessiva, que não podia ser atribuída ao reflexo do brilho do sSol.

Despachou-se ao seu encalço um avião de combate Sukoi 22, de fabricação soviética, última geração nesse momento, pilotado pelo tenente Oscar Santa María Huerta. Como o objeto não respondia pelas diferentes freqüências de comunicação empregadas para o identificar, o tenente Santa María recebeu a ordem de disparar e o derrubar.

Do avião foram expulsados 64 foguetes de 30 mm cada e um número indeterminado deles colou de cheio no UFO, sem lhe causar dano algum. O poder de fogo empregado é capaz de destruir uma ponte de 300 metros de comprimento em terra.

O piloto peruano conseguiu se aproximar a uma centena de metros de seu objetivo e pôde descrevê-lo como uma plataforma discoidal, de uns 10 metros de diâmetro, de cor creme, com uma cúpula no centro da base circular metálica. Carecia de janelas e também não pôde observar mecanismos de sustentação (asas) ou propulsão.

No entanto, a nave efetuou manobras de ascensão e descensão desde os 1.500 aos 6.000 pés, com uma velocidade pasmosa, desaparecendo da mira em três oportunidades. Em definitivo, reportou-o como um UFO.

"O mais estranho", comentou o piloto Santa María, "é que a nave não identificada parecia absorver a munição lançada, depois de uma estranha ondulação em sua superfície, como quando alguém joga pedras numa fonte de água parada".

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Pirâmide de Quéops


Foto002t.jpg (41328 bytes)
Newhouse, E. L., ed., The Builders, The National Geographic Society, Washington, D.C., 1992.

    Maravilhas do mundo antigo, as grandes pirâmides de Gizé: Quéops, Quéfrem e Miquerinos; sobreviveram até os dias de hoje estruturalmente intactas, tendo perdido apenas parte de seu revestimento nesses 4.500 anos.
    A Pirâmide de Quéops, também conhecida como a Grande Pirâmide, é o monumento mais pesado que já foi construído pelo homem. Possui aproximadamente 2,3 milhões de blocos de rocha, cada um pesando em média 2,5 toneladas. A grandeza desses blocos pode ser observada figura abaixo, que mostra pessoas escalando a pirâmide. Com mais de 146 metros de altura, só foi ultrapassada em altura no século XVI pela torre da Catedral de Beauvais que foi terminada em 1569, tendo ruído 4 anos depois em 1573.
    A altura da pirâmide de Quéops só veio a ser novamente ultrapassada no século XIX, quando foram terminadas as torres das catedrais de Rouen - com 148 m -, de Colônia - com 157 m - e de Ulm - com 161 m. E principalmente com a inauguração da Torre Eiffel em 1889, com 300 m de altura.
    Durante séculos a humanidade vem se perguntando como essas enormes construções foram erguidas, como blocos de granito de 50 toneladas foram trazidos de Assuã, como foram erguidos a essa altura. Uma coisa é certa, dois recursos eram abundantes, mão de obra e tempo. De acordo com o historiador grego Heródoto, apenas a preparação do platô de Gizé levou uma década e a construção da pirâmide mais duas, tendo por volta de 100.000 homens trabalhado na construção da Grande Pirâmide. Como Heródoto esteve no Egito dois mil anos depois da construção das pirâmides seus dados não eram totalmente aceitos. Recentemente, os estudos do piramidologista alemão Kurt Mendelssohn levaram a conclusão de que por volta de 80.000 homens trabalharam na construção da Grande Pirâmide, sendo que 10.000 empregados permanentemente e 70.000 homens sem qualificação empregados durante as cheias do Nilo. O próprio Mendelssohn mostrou que diversas pirâmides eram construídas simultaneamente, dessa forma, o número de pessoas utilizadas pode ter chegado a 150.000, valores próximos aos descritos por Heródoto. Sem dúvida uma enorme quantidade de trabalhadores, sobretudo em relação à população egípicia de 5.000 anos atrás.
    Outra característica impressionante é a precisão "topográfica" dessas construções. Na Pirâmide de Quéops, a base não apresenta variação de nível superior a 2,5 cm e os lados da base variação de comprimento superior a 20 cm. Igualmente precisa é a orientação das faces da pirâmide aos quatro pontos cardeais e a inclinação das faces a 51° 52’ com a horizontal.
    Externamente a Grande Pirâmide é muito semelhante a estruturas anteriores, mas internamente seu arranjo de passagens e câmaras é único; um esquema desse arranjo é apresentado na figura abaixo, à direita.

Foto002d.jpg (55276 bytes)

Newhouse, E. L., ed., The Builders, The National Geographic Society, Washington, D.C., 1992.
queopsp.jpg (16453 bytes)

Newhouse, E. L., ed., The Builders, The National Geographic Society, Washington, D.C., 1992.

  
Um matemático com o nome de Edme-François Jomard estudou minuciosamente a pirâmide e chegou a conclusão que era antigo registo de um sistema de medição.
 
• Em 1859, um inglês com o nome de John Taylor concluíu que o arquitecto de Quéops usara como unidade de medida o mesmo cúbito bíblico que na arca de Noé. O Cúbito sagrado equivalia a 63 cm de comprimento, ou seja, se dividirmos o eixo da Terra em 400 000 , o resultado poderá ser um cúbito sagrado.

• Uma outra teoria menos ilógica era a de que a pirâmide seria um observatório celeste. As provas para dar razão a esta teoria consistem no facto de que as suas passagens descendentes formarem ângulos precisos para as constelações chave. O facto de as passagens estarem abertas para os céus apenas no decorrer de um breve período durante a  construção do monumento  nunca foi 100 % explicado.

A teoria contemporânea mais popular é  sobre os supostos poderes inerentes á forma da pirâmide. Um dos defensores desta ideia é o engenheiro checo com o nome de Karel Drbal. Na década de 40, Drbal teve conhecimento de um francês de nome Antoine Bovis, que construíu um modelo da pirâmide de Quéops e usava para auxiliar a mumificação de animais mortos.
Ele acreditava que o poder da pirâmide, a energia acumulada cinseguia transformar uma lâmina de barbear usada numa identidade viva e assim recuperar o seu gume como novo.
Em 1954,  descobriram um barco de cedro que serviria para levar o faraó para o além. O Barco tinha o nome de ” Barco do Sol”. Tinha  43 cm de comprimento , onde todos os apetrechos foram concebidos para serem dourados. Até aos dias de hoje a embarcação continua a ser o único artefacto pertencente ao tesouro de Quéops.
Contudo , ainda existem perguntas  sem resposta, nomeadamente, onde jaz o faraó Quéops? Porque razão não foi sepultado no seu magnífico monumento?
Talvez um dia possamos ter uma resposta para estas perguntas.


Ficha Técnica
Nome Pirâmide de Quéops
Sistema Estrutural
Função Túmulo do faraó
Localização Gizé, Egito
Época da construção 2551 a.C.
Projeto Autor desconhecido
Execução Autor desconhecido
Dimensões Altura:   146,6 m (atualmente 137,16 m)
Material Calcáreo - utilizado no núcleo e no revestimentoGranito - os blocos da câmara do faraó e da entrada da pirâmide (trazidos de Assuã)

domingo, 27 de março de 2011

A Magia das Pirâmides


Por que construíram pirâmides?
  É muito compreensível que os arqueólogos digam que não, porque com esta linguagem desapareceram tanto as genealogias dos deuses como as artes mágicas, as cerimônias, os ritos, etc, que constituem o material de sua erudição. Mas sua negativa por incompreensão do delineamento cientificamente unitário do problema, e de suas conseqüências interpretativas, não pode nem deve perturbar o sono de ninguém que queira chegar ao fundo da questão, que não é outra senão a inteligência do por que, por exemplo, os egípcios construiam pirâmides e não cubos para obter a mumificação, ou por que dedicavam tanta atenção à influência dos astros nos acontecimentos terrestres e humanos. Razões. Poderia alguém negar que os egípcios, por exemplo, já que estamos com eles, desconheciam o mecanismo produtor das marés? Ou que desconheciam a influência do sol e da lua nos ciclos vegetativos? Claro que não, nem sequer os arqueólogos poderiam negá-lo. Pois bem: se é assim, é preciso conceder aos egípcios uma base teórica que lhes permitiu entender como eram possíveis tais ações à distância.

Os antigos não foram a infância da humanidade

Que base teórica? No século passado, quando do Cósmos não sabíamos quase nada no Ocidente, e a Ciência discorria através das coordenadas cartesianas do determinismo mecanicista, acreditando estar em posse da chave da objetividade, se pensava que a denominada "mentalidade mágica" era um esforço de racionalismo abortado, uma pretensão de racionalidade que se parecia muito à da psicologia infantil, isto é, aos raciocínios de quem todavia não chegou á maturidade. As crianças discorrem, assinalava-se para estabelecer a comparação, mas sem levar em conta a evidência dos fundamentos de suas deduções; e os antigos, que "são a infância da Humanidade", repetia-se parafraseando a uma frase de Giovanibattista Vico, procediam do mesmo modo. O que fazem os povos primitivos contemporâneos, à semelhança dos enfermos mentais.

As conclusões errôneas de Frazer

Pelo que, se concluía, os antigos egípcios, os antigos da Suméria, Babilônia, Fenícia, etc., apesar do alto nível de suas realizações, não haviam conseguido alcançar o nível de plena racionalidade, façanha que levaram a cabo os gênios da filosofia grega. E em uma tentativa de determinar quais eram os fundamentos não evidentes do pensamento mágico dos antigos, das crianças e dos primitivos, James Frazer, depois de recolher uma imponente quantidade de material etnológico, religioso, etc., formulou suas conclusões: toda a magia é reduzida a crer que: "primeiro, o semelhante produz o semelhante, ou que os efeitos são semelhantes às duas causas, e segundo, as coisas que estiveram uma vez em contato se atuam reciprocamente à distância, ainda depois de ter sido cortado todo contato físico". O primeiro princípio pode ser chamado lei de semelhança e o segundo lei de contato ou contágio.

Efeitos de magia

Do primeiro destes princípios, o denominado lei de semelhança, o mago deduz que pode produzir o efeito que deseje sem mais que imitá-lo; do segundo princípio deduz que tudo o que acontece com um objeto material afetará de igual modo à pessoa com quem este objeto esteve em contato, tenha ou não formado parte de seu próprio corpo. Os encatamentos fundamentados na lei de semelhança podem ser denominados de magia imitativa ou homeopática, e os baseados sobre a lei de contato ou contágio poderiam ser chamados de magia contaminante ou contagiosa... Resumindo: a magia é um sistema adulterado de leis naturais assim como um guia de conduta errônea; é uma ciência falsa e uma arte abortada".

Os distintos postulados das distintas ciências

Por que Frazer chegou a tais conclusões? Simplesmente porque carecia dos conhecimentos teóricos precisos para entender a linguagem indeterminista da Ciência contemporânea, porque sua mente não podia imaginar a mecânica quântica e sobretudo porque, como todos os homens de ciência de seu tempo, não concedia nenhuma verossimilitude à teoria do campo contínuo. Em outras palavras, Frazer não estava capacitado para entender os postulados, a ciência e a técnica dos antigos "povos de mentalidade mágica", que eram bem diferentes dos da ciência ocidental do século XIX. Vamos matizar estas diferenças. O pensamento deles era "organicista", um materialismo organicista, radicalmente oposto ao materialismo mecanicista do pensamento ocidental.

Inter-relação dos fenômenos

Para eles, qualquer fenômeno está ligado a todos os demais, e para dar um exemplo, será suficiente recordar que os não mecanicistas, dando preferência às teorias do campo contínuo sobre os mecanicistas do átomo e do vácuo, em lugar de perder-se em ociosas discussões e pseudoproblemas sobre "a ação à distância", descobriram antes que ninguém o magnetismo e os campos magnéticos e a teoria das marés, pois para seu ponto de vista não constituia nenhum escândalo lógico ou racional o fato que a agulha imantada assinala o pólo, ou que a lua exercia sua atração sobre o oceano, pois, para eles, "todos os seres pertencem a um campo único, que é precisamente o que proclama hoje a Ciência.
E se é verdade que todos os seres, tudo o que existe pertence a um campo único, a conseqüência lógica é que a ação à distância é uma realidade e não uma ocorrência infantil ou demente como supunha Frazer, de forma que com respeito aos organicistas, os mecanicistas ocidentais eram como crianças frente a adultos.

A concepção primitiva do "campo infinito"

Prossigamos. O pensamento dos antigos, chamado de "mágico", é baseado em uma concepção dialética, e não lógica-matemática, de forma que a ação recíproca dos opostos implica uma visão harmônica de fluxo e refluxo, de ação e reação dos acontecimentos, dentro de uma única totalidade do sistema cósmico. E isto significa postular o princípio da homeostase, isto é, a estabilidade das funções essenciais de continuidade orgânica do cosmos, apesar do contínuo flutuar desequilibrador e equilibrador de suas forças. Este ponto de vista consentiu à antiguidade não encerrar-se, como aconteceu no Ocidente, na mecânica das esferas celestes gregas e medievais, sólidas e cristalinas, mas ao contrário, partindo de uma concepção menos ingênua e limitada, a do "campo infinito" dos espaços celestes, elaboraram mapas do firmamento, registros de eclipses, cometas e meteóros conforme alguns princípios e métodos aos quais teve que voltar a astronomia atual. O mesmo discurso esclarecedor tem que ser feito acerca das diferenças entre o pensamento matemático não ocidental e ocidental.

O modelo mecanicista não é o único

Resultou que todas as civilizações que precederam à grega pensavam "algebricamente", não geometricamente como estes, e nós, seus herdeiros. Em uma palavra, resulta que ainda que a ciência ocidental considerou durante muitos séculos que o modelo mecanicista era o único possível e, partindo dali, que a geometria dedutiva grega era a única segura e objetiva, frente aos fatos teve que renunciar a seu querido esquema cartesiano, determinista e mecanicista, para voltar a encontrar na física a teoria "mágica" do campo contínuo e único, e a concepção "mágica" do organicismo total do cosmos, que Frazer definia "Ciência abortada"

Evolução e retrocesso em algumas culturas primitivas

A este ponto, pois, é ou seria um erro imperdoável, como muitos pretendem impor, continuar presos aos velhos prejuízos estabelecidos contra o pensamento mágico, com um pretexto à massa de artifícios: o de considerar em bloco que o saber dos antigos, como se não houvesse tido uma vertente de progresso que culminou com as realizações de obras de alta tecnologia, como por exemplo as pirâmides, uma vertente de decadência e retrocesso, que desembocou na reiteração ritualista de modalidades culturais sobreviventes como superstições, isto é, sem ter em sua base o modelo teórico do universo que permitiu aquelas obras. Não é nem justo nem lícito colocar em um mesmo plano de infantilidade, incoerência a desconexão, maravilhas tecnológicas de altíssimo nível científico, que implicam o domínio da eletrônica e da radiatividade, com as absurdas fórmulas de bruxarias da decadência supersticiosa, argumentando que nunca se vai do mais ao menos, na marcha do progresso.
Experiência: Regeneração de Plantas
Entre as muitas provas que colocam de manifesto o poder "mágico" das pirâmides encontram-se as que são realizadas com plantas, tanto no interior das habitações com espéceis cultivadas em vasos, como em campo aberto. Em ambos os casos o crescimento das plantas é mais rápido e vigoroso se as mesmas estiverem no interior da pirâmide. A experiência necessita um tempo dilatado de vários dias, ainda que o efeito vivificador se faça notar muito rapidamente. Em nossa prova utilizaremos uma planta comum de interior.
experiencia plantas piramide
Colocamos a pirâmide orientando um de seus lados ao Norte. No interior colocaremos no centro a planta a tratar.
piramide de cristal
Neste caso não é necessário utilizar o taco suporte, pois a altura das folhas ficaria então excessiva.
Transcorrido o tempo suficiente, a planta "reviverá", mostrando-se mais colorida e vigorosa que antes.
Quando a planta estiver em perfeito estado poderemos ficar surpreendidos dos efeitos conseguidos sobre ela.
Você Sabia?
As flores do Egito
O puro lótus branco, a única planta que frutifica e floresce simultaneamente, emerge das profundezas dos pântanos e simboliza a manifestação da natureza universal de Buda ou a consciência de Cristo. Suas flores são consideradas sagradas pelos budistas da Índia, Tibet, e China. As flores de lótus foram muito usadas na arte e na arquitetura do Egito antigo.
flor lotus
A Flor de Lótus ou Nelumbo nucifera é uma planta aquática da gênero Nelumbo, conhecida vulgarmente como lótus. Apesar disto, esta planta não integra a família Nymphaeaceae (Nymphaeales), onde estão classificados a maioria dos lótus, fazendo parte da família Nelumbonaceae (Proteales).
Trata-se de uma planta nativa da Ásia, habitante de cursos d'água lentos ou lagoas de água doce, vivendo a pouca profundidade. É enraizada no fundo lodoso por um rizoma vigoroso, do qual partem grandes folhas arredondadas, sustentadas acima do espelho d'água por longos pecíolos. Produz belas flores rosadas ou brancas, grandes e com muitas pétalas.
Este lótus é cultivado como planta ornamental em jardins aquáticos de todo o mundo. Sua simbologia, entretanto, é uma de suas virtudes mais visadas: é associada à pureza e à ressurreição. Segundo o Budismo, o Buda teria nascido embalado por uma folha de lótus, e logo ao nascer teria caminhado sobre a água, e de cada passo seu, teria brotado uma flor desta espécie. "Flor de lótus" também é o nome de uma posição de meditação.
Cultivo da Flor de Lótus (Nelumbo nucifera)
A flor de lótus pode ser cultivada em vasos imersos, tanques de jardim, lagos ou lagoas. Para montar os vasos, use a seguinte mistura: 2 partes de terra argilosa, 1 parte de esterco bovino bem curtido ou composto orgânico. Por ser uma planta aquática, dispensa regas. Propaga-se na primavera por sementes¹ ou por divisão de rizomas².
  • Necessita de podas apenas dos ramos secos, doentes ou mal formados
  • Exige adubação pelo menos uma vez por ano com torta de mamona, esterco bem curtido ou húmus de minhoca.
1) Propagação por Sementes: As sementes devem ser escarificadas (com uma faca, vá cortando até aparecer a parte branca da semente) e colocadas num saco com o adubo por cima. Ponha, então, este saco no recipiente onde você deseja cultivar a planta.
2) Divisão de Rizomas: No rizoma a ser dividido deve haver pontos de crescimento (chamados "olhos". Os rizomas excedentes da planta devem ser cortados a cada 10 cm com uma tesoura afiada. Lembre-se de deixar dois ou três "olhos" em cada rizoma. Agora, é enterrá-los na posição horizontal em um vaso ou saco com o adubo por cima. Em cerca de dois meses nascem os brotos.

O conhecimento científico dos Egípcios



Naturalmente as provas de que a configuração das pirâmides produz em seu interior efeitos do tipo que descrevemos, e a dedução lícita de que os antigos egípcios o sabiam, e que precisamente por isso construiam as pirâmides como sepulcros de seus faraós, foram desdenhosamente rechaçadas pelos arqueólogos e os egiptólogos profissionais. Enfim, já dissemos em que coordenadas intelectuais caminham estes homens de ciência, já se sabe que de física não entendem nada nem lhes interessa entender, por sua formação humanística, etc., então, o fato é que o aceitem ou não os egípcios, que não eram experts em egiptologia, construiam as pirâmides para favorecer a mumificação.

Magnetismo por fricção

Sempre foi dito que "os antigos" conheciam algo do fenômeno do magnetismo por fricção, sem deixar de considerá-lo uma curiosidade. É certo?
Se Alvarez não tivesse levado a cabo sua recopilação de dados, a força desta tradicional versão continuaria intacta, e todas as hipóteses que puderam ser formuladas contra a mesma continuariam estourando como bolhas de sabão na sólida parede de papel das opiniões autorizadas dos arqueólogos.
Já vimos que Alvarez e sua equipe trabalharam na detecção e medição dos raios cósmicos, e já sabemos que a pirâmide consegue alterar seu comportamento uma vez penetrados em seu interior.

Associação das pirâmides com a água subterrânea

A teoria de Lyall Watson propõe uma explicação séria sobre o importante papel que joga a configuração piramidal em si, como lente concentradora de energia, ou como ressonador de energia, porém omite um fator muito importante, presente nas pirâmides e em todos os sepulcros megalíticos: sua associação com as águas subterrâneas ou freáticas, e a rígida orientação da construção sobre os eixos norte-sul e leste-oeste. Parece contrário a toda lógica que, se a pretensão era preservar os cadáveres da putrefação, procuraram precisamente que nas câmaras mortuárias o ambiente fosse úmido, como Bovis acertadamente observou.

Existe uma explicação científica

O que procuravam pois "os antigos" com tal irracionalidade, e em virtude de quais conhecimentos? Lamentavelmente os mortos não podem explicar-nos de viva voz sua teoria, mas nós não podemos cruzar os braços como fazem os arqueólogos e os egiptólogos, porque na atualidade temos um caudal de conhecimentos de física mais que suficiente para decifrar, sem necessidade de especulações fantasiosas, o por que de sua aparente irracionalidade, e deduzir, conseqüentemente, que nível de conhecimentos tinham eles, ainda que os egiptólogos continuem entrelaçados entre nomenclaturas de deuses e mitologias, cujo sentido autêntico lhes escapa. As águas subterrâneas atuam como electrólitos e as capas geológicas como eletrodos e os sais dissolvidos como substâncias submetidas a electrólise. Dito com outras palavras, os mantos freáticos são sistemas elétricos, e é óbvio que todo sistema elétrico gera seu próprio campo de forças e um campo de forças magnéticas.

Ação das forças eletromagnéticas

Em física não existe nenhuma dificuldade para entender que as forças eletromagnéticas geradas pelas águas subterrâneas percorrem o córtex terrestre, e ditas forças são denominadas "colombianas", do nome de seu descobridor Coulomb. Pois bem, as pirâmides e as pedras "captam" essas forças (daí a presença das esculturas megalíticas para o emprego das pedras), como ondas negativas. Será oportuno que os egiptólogos e os especialistas de outras culturas antigas, assim como os etnólogos, tenham presente que quando lêem ou ouvem acerca de "forças mágicas, vitais, ocultas, etc.", o que se oculta atrás dessa fraseologia não são mais que forças coulombianas, e que portanto aqueles que delas falam ou deixam consignação escrita, as conheciam e sabiam (ou conhecem) (ou sabem) como usá-las, pelo que não eram nem tontos nem infantis nem irracionais, e se não primitivos atuais, não se deixem despistar por seu aspecto semi-oligofrênico.

A força escapa pela cúspide

Prossigamos. Estas forças coulombianas captadas pelas pedras das pirâmides afluem para a cúspide (ponto onde concorrem os vértices de todos os triângulos que formam as superfícies da pirâmide), acelerando sua velocidade à medida que a configuração no monumento vai estreitando, para escapar pela ponta. Esta fuga significa que as cavidades interiores da pirâmide são drenadas de suas cargas elétricas, exatamente como ocorre na jaula de Faraday, de forma que nas cavidades é produzido um "vazio biológico", apesar do ambiente úmido. Foi comprovado que nele nem sequer podem ser desenvolvido mofos, e também foi demonstrado que com o sistema são obtidas mumificações absolutamente naturais.

Suspensão temporária no vazio biológico

Com este vazio biológico, qualquer coisa situada nele fica como em um estado de suspensão temporária, mas se a hipótese das pirâmides-jaulas de Faraday confirma que o que era perseguido pelos antigos egípcios era a mumificação natural, também foi visto que com a teoria de Lyall Watson a configuração piramidal poderia produzí-la; agora então, é completamente impensável supor que as radiações cósmicas atuem sem a presença das forças coulombianas, ou que estas atuem em ausência das radiações cósmicas, simplesmente porque as pirâmides não são sistemas isolados de laboratório, onde teoricamente poderia ser investigadas se somente as radiações ou se somente as forças coulombianas poderiam provocar as mumificações.

Os complexos conhecimentos dos construtores

Esta constatação nos orienta para entender vá rias coisas: primeiro, que os construtores das pirâmides conheciam a importância do aportamento de energia cósmica e solar (daí todos os cultos ao céu, aos astros, ao sol, etc.); segundo, conheciam a importância do campo magnético terrestre como uma capa protetora e conservadora da biosfera frente às radiações cósmicas; terceiro, deviam conhecer a atividade elétrica do planeta, cujos efeitos eram as forças e campos eletromagnéticos; e quarto, deviam conhecer a radiatividade própria dos elementos químicos integrados no conjunto globo terráqueo, atmosférico e estratosférico. Em uma palavra, deviam conhecer a fundo a teoria dos quanta e dos intercâmbios quânticos de Max Planck, assim como a do indeterminismo de Heinsemberg, de forma que sua concepção do Universo não podia ser mais que a de um sistema unitário, isto é, de uma estrutura única, na qual nenhum elemento podia ser considerado independente do conjunto como algo fixo e estável em si e por si, mas como um efeito de ação próxima e remota, e conseqüentemente recíproca, de todas as forças de um jogo.

Experiência: Mumificação de carne
É a experiência mais clás¬sica. Para efetuá-la pegaremos um pedaço de carne crua, a metade da qual in¬troduziremos na pirâmide, servindo-nos o outro de refe¬rência. A mumificação será produzida mais rapidamente se o pedaço de carne é de es¬cassas dimensões; em todo ca¬so, é somente uma questão de tempo.
mumificar piramide
Introduzimos na pirâmide um pedaço de carne colocado sobre o taco suporte. Fora deixamos o outro pedaço para comparar os efeitos.
experiencia piramide
A cor e textura da carne demonstraram que nela foram produzidas algumas mudanças, das que estava isento o pedaço da
amostra.